Confiar na ética

Por: Assessoria de Comunicação

A palavra “ética” vem do grego ethos e significa aquilo que pertence ao “bom costume”, “costume superior”, “portador de caráter” ou “modo de ser”. A pouco mais de uma semana das importantes eleições que teremos no Brasil, é preciso se fiar nela para escolher em quem votar no dia 7.

Nos últimos tempos, precisamos reconhecer, ela não tem aparecido tanto quanto é necessário, mas não podemos desacreditar totalmente. Mesmo com avalanches de notícias escandalosas recheadas de falta de ética, ainda há quem mantenha seus princípios dentro da política.

A política feita com ética ainda existe e pode ser facilmente identificada. Ético é aquele que pensa no bem de todos acima do seu próprio. Ética tem a candidata e o candidato que se propõem a lutar pelo bem comum, deixam de lado a ideia de enriquecer na política.

Ético é aquele que promete o que sabe que pode cumprir, não cria ao eleitor sonhos irrealizáveis apenas para ganhar votos. Ética é qualidade intrínseca de quem quer que o Brasil saia, justamente, dessa crise de ética.

Ético é pensar que sair desta crise pressupõe equilíbrio, não radicalismo. Ética tem aqueles que encabeçam o processo eleitoral movido por propostas e ideias, não por projetos de poder a qualquer custo ou na tentativa de um retorno velado de uma ditadura que tanto nos custou – inclusive eticamente.

Ética deve ter também o eleitor na hora de apertar as teclas da urna. É preciso ética para escolher, não se deixar levar por promessas, presentes e belas palavras.

Ético é aquele que faz sua campanha olhando no olho do eleitor. Porque ética pode ser algo subjetivo, mas a falta dela salta aos olhos.

Que a ética sempre nos guie e nunca nos falte!

 

Arnaldo Jardim – Federal 2345

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