Abimaq fortalece a indústria nacional

Por: Assessoria de Comunicação

Coordenador de Abertura Comercial da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) no Congresso Nacional, o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania) participou no dia 9, em São Paulo, de evento promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) para fazer balanço das ações de 2019 e o planejamento para 2020.

“As perspectivas são boas quando pensamos em pontos que prometem destravar os investimentos, principalmente estrangeiros, como o novo marco legal de parceria público-privadas (PPPs), do qual fui relator em Comissão Especial na Câmara, que vem realizando uma pauta positiva e propositiva para o Brasil e mostrando um importante papel do Legislativo”, avaliou Arnaldo Jardim.

De acordo com ele, a lei das concessões, aliada a uma constante política de inovação e a realização de reformas como a tributária podem deixar o cenário de 2020 mais positivo. No evento, a presidência da Associação, representada por João Marchesan e José Velloso, destacou que o desempenho da indústria de máquinas e equipamentos no ano é o melhor desde 2014.

Para Joao Carlos Marchesan, presidente da Abimaq, o cenário pode ficar ainda melhor com as reformas como a tributária e vão gerar competitividade, além de uma política de seguro de crédito e financiamento para os exportadores. Números divulgados pela entidade mostram que o setor registrou o melhor balanço no ano desde 2014. O crescimento nas vendas foi de 8% na comparação com 2018.

Marchesan explicou que “nós passamos um período recessivo a partir de 2014 muito sério, a indústria caiu 50% nesse período. Mas estamos retomando”. O presidente cita a reforma da Previdência como um dos principais motivos para o investimento estrangeiro no Brasil e diz que, mais importante do que ela, somente a aprovação da reforma tributária.

“Com as reformas implementadas entendemos que teremos potência para retomar os investimentos e credibilidade com uma velocidade maior.” Para ele, as reformas vão gerar competitividade, além de uma política de seguro de crédito e financiamento para os exportadores. Com isso, o Brasil tende a crescer de uma maneira mais sustentável e consciente em 2020.

A Associação também divulgou a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que de acordo com ela deverá crescer 2,5% no ano que vem. A indústria, de uma maneira geral, de acordo com Marchesan, vai crescer de 3,5% a 5%, focada muito no mercado interno, uma vez que as exportações, embora devam melhorar, seguirão o desempenho menos pujante da economia mundial.

“Então estamos achando que 2020 será o ano da retomada econômica e sustentada por tudo o que está acontecendo. Vamos crescer pelo investimento e não pelo consumo, o que quer dizer que não teremos mais um crescimento de voo de galinha”, disse o presidente da Abimaq.

Para Marchesan, além de tudo o que está sendo feito, é preciso que se faça a reforma administrativa e a política, “para que tenhamos uma País mais arejado e modernizado”, podendo ser mais competitivos. “Um país só se recupera com crescimento porque a maior dignidade que se pode dar para um ser humano é uma carteira de trabalho assinada”, disse.

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