Arnaldo Jardim é eleito pela oitava vez como um dos “100 Cabeças do Congresso Nacional”

Por: Assessoria de Comunicação

O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) pela oitava vez foi eleito como um dos “100 Cabeças do Congresso Nacional”. Arnaldo Jardim foi escolhido pela sua habilidade como formulador. O índice é elaborado pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).

“Ser mais uma vez eleito me traz ainda mais responsabilidade e vontade de continuar fazendo uma atuação compromissada na Câmara dos Deputados, onde temos prezado por uma pauta positiva e propositiva em nome do Brasil. Continuaremos trabalhando para que este trabalho reflita na vida da nossa população”, considerou Arnaldo Jardim.

O objetivo do Diap ao fazer o levantamento que elege os cabeças do Congresso é fornecer ao movimento social uma radiografia dos principais interlocutores na Câmara e no Senado. Segundo a publicação, o grupo de parlamentares é o que tem “mais habilidade para elaborar, interpretar, debater ou dominar regras e normas do processo decisório”.

São os operadores-chave do Congresso Nacional. Isto é, sem esses deputados e senadores o processo político congressual teria, talvez, menos qualidades, no período compreendido de fevereiro a junho, quando foi feita a identificação.

Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades aqui descritas.

Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, destaca-se a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão.

Além dos 100 “Cabeças”, desde a 7ª edição da série, o DIAP divulga levantamento incluindo na publicação anexo com outros parlamentares que, mesmo não fazendo parte do grupo dos 100 mais influentes, estão em plena ascensão, podendo, mantida a trajetória ascendente, estar futuramente na elite parlamentar. São os parlamentares em “Ascensão” no Poder Legislativo.

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