Arnaldo Jardim se reúne com setor de reciclagem para buscar alternativas à crise causada pela pandemia

Por: Assessoria de Comunicação

Presidente da Frente Parlamentar pela Economia Verde, o deputado federal Arnaldo Jardim se reuniu nesta quinta-feira,14, ao lado do deputado Rodrigo Agostinho, com o setor de materiais recicláveis. O encontro, virtual, contou com representantes de entidades e dos catadores de diferentes partes do Brasil para encontrar alternativas para a crise causada pela pandemia.

No Congresso, destacou Arnaldo Jardim, “já conquistamos a extensão da renda básica a estes profissionais e hoje ouvimos mais demandas para preservar a saúde e renda de quem atua no setor. Queremos identificar a situação atual deles e abrir iniciativas de políticas públicas que possam recolocar o setor em uma atividade mais intensa”.

O deputado lembrou que “o momento de crise trouxe novos condicionantes e vem deixando as coisas mais graves. Diminuiu o volume de reciclagem, há um constrangimento do ponto de vista prático para coleta, que está mais complexa, mais difícil de ser realizada por ser possivelmente infectante”.

Arnaldo Jardim pontuou também que o Congresso incluiu os catadores de materiais recicláveis como beneficiários do auxílio-emergencial do governo federal. Com a reunião, acredita ele, foi possível “identificar a situação e abrir iniciativas que nós podemos tomar. Iniciativas de políticas públicas que possam de alguma forma recolocar o setor em uma atividade mais intensa”.

Outra alternativa é unir as ações em favor do setor, como ressaltou Cátilo Candido, presidente executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Lata de Alumínio (Abralatas). “O setor tem que ter esse protagonismo. Podemos futuramente chamar mais empresas e setores para organizar algo viável para todos. Vemos hoje muitas iniciativas soltas, vamos pensar em como a gente poderia montar algo que funcione, que seja útil na prática para os catadores brasileiros”, opinou.

“É extremamente desafiador para exercitarmos ao longo do ano mais diálogos como este para saber no que podemos ajudar como parlamentares. Temos inúmeras possibilidades, mas uma delas é facilitar o acesso dos deputados a iniciativas que podem receber emendas. Muitos parlamentares gostariam de destinar suas emendas, mas a maioria das cidades não tem projetos”, argumentou o deputado Rodrigo Agostinho.

Aos poucos, o setor vem retomando sua atividade, mas ainda esbarra na falta de protocolos de segurança para os catadores. Dione Manetti, da Associação Nacional dos Catadores (Ancat), enumerou que “chegamos a ter cerca de 42% das cooperativas paradas, hoje este número está menor, em torno de 25%. Precisamos achar uma forma de regular isso”.

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