Jardim é homenageado pelo sistema OCB nos 10 anos do marco regulatório do cooperativismo de crédito

Por: Assessoria de Comunicação

No dia em que o marco regulatório do sistema nacional de cooperativismo de crédito (Lei 130/09) comemora dez anos, em 17 de abril, o deputado Arnaldo Jardim foi homenageado pelo setor por causa do seu trabalho na Câmara como membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo de Crédito. O parlamentar é coordenador do ramo de crédito da frente.

Jardim foi relator da lei 130/09. Segundo ele, esse dispositivo “consagrou a atuação, relevância e importância do Sistema Nacional de Cooperativismo de Crédito dentro do Sistema Financeiro Nacional, promovendo avanços e inovações na legislação a fim de potencializar a participação do cooperativismo no mercado financeiro”.

O deputado explicou que o país tem um sistema cooperativo de crédito organizado, sadio e que enfrenta desafios como qualquer segmento, “mas quando eles vêm, sabe como superar”. Representantes do setor são unânimes em afirmar que a partir da aprovação do marco regulatório houve uma profissionalização das cooperativas de crédito.

Após o estabelecimento do marco que foi criado o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito. O número de associados das cooperativas desse gênero deu um salto, passando de menos de quatro milhões antes da aprovação da lei para 10,5 milhões nos anos subsequentes a 2009.

Segundo Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB (Organizações das Cooperativas Brasileiras), a lei 130/09 “vem reconhecer, de fato e de direito, que as cooperativas de crédito são instituições financeiras competentes, capazes de atuar no mercado financeiro como qualquer outra instituição bancária”. Freitas acrescentou que essa atuação é temperada com valores e princípios que só o cooperativismo tem.

“Conquistamos nossa liberdade operacional e societária”, disse o diretor de operações do Bancoob, Ênio Meinen. Segundo Luiz Edson Feltrim, superintendente do Instituto Sicoob, antes do marco regulatório, tinha um ponto de atendimento por cooperativa, depois dele, passaram a ser seis pontos por organização. Márcio Lopes de Freitas lembrou que as cooperativas eram mal compreendidas, vistas mais como organizações sociais do que econômicas. “A partir desse momento (da aprovação da lei), o governo conseguiu olhar as cooperativas de uma forma diferente”, afirmou Ênio Meinen.

Veja também:

VIDEO COMEMORATIVO DA LC 130

MATERIA COMEMORATIVA OCB

 

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