Sob a liderança de Arnaldo Jardim, é lançada a frente econômica para a preservação ambiental

Por: Assessoria de Comunicação

Publicado por PPS

Sob a liderança do deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) e com o apoio de dezenas de entidades que desempenham atividades voltadas à preservação do meio ambiente, foi lançada nesta quarta-feira (05), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar para a Criação de Estímulos Econômicos para a Preservação Ambiental.

O objetivo da iniciativa é promover a utilização de mecanismos de política econômica para conservação ambiental. Cerca de 200 parlamentares de vários partidos já fazem parte do grupo.

“É uma frente plural. Nela se congregam esforços para aprovar legislações que estabeleçam fomento econômico para a preservação ambiental”, explicou Jardim. Segundo ele, o Brasil tem leis detalhadas, completas e até exigentes.

“Mas precisamos de uma política de estímulos para consolidar a reciclagem e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, por exemplo”.

A nova frente, adiantou Jardim, vai agregar qualidade a suas propostas, que terão coerência e serão efetivas. O parlamentar ressalvou que a frente não foi criada, mas é fruto do trabalho dos deputados federais Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). O primeiro apresentou projeto de lei para estimular as boas práticas ambientais e o outro é autor de uma proposta de reforma tributária que incorpora um conceito que aqueles que estão juntos na frente defendem: a tributação verde.

O presidente-executivo da Abralatas (Associação Brasileira de Produtores de Lata de Alumínio para Bebidas), Renault Castro, disse que a frente representa, para o setor, “um novo modelo de relacionamento com o governo federal e com todas as unidades da federação no que se refere à política ambiental”.

A formação do grupo e a perspectiva de resultado com o trabalho dele significam, na avaliação de Renault, “a discussão e o estabelecimento de um novo paradigma, que é a tributação como elemento regulador e indutor da reciclagem – não só de embalagens de bebidas, mas de todos os materiais”.

Renault anunciou que o índice de reciclagem das latas de alumínio no Brasil alcançou a marca de 97,3% do total de latas vendidas.

“Significa que nada resta, dessas embalagens, poluindo o meio ambiente”, disse.

Não é de hoje que o Brasil é campeão nesse ranking. Há 10 anos, a marca da reciclagem no País para as latinhas é de cerca de 90%, quando o índice do restante do mundo fica próximo de 70%.

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