Tributação Verde foi tema de encontro coordenado por Arnaldo Jardim

Por: Assessoria de Comunicação

Presidente da Frente Parlamentar da Economia Verde, o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania) coordenou na manhã desta quarta-feira, 2 de outubro, encontro em Brasília, na Câmara dos Deputados, para discutir propostas para a inserção de uma tributação verde na reforma tributária.

Com o objetivo de que o novo sistema de impostos do País prestigie a economia que preserva o meio ambiente e induza comportamentos de consumo que levem em consideração a sustentabilidade, participaram do encontro cerca de 40 entidades que reúnem pessoas e empresas que trabalham com base na economia circular – ciclo de vida longo e reaproveitamento de matéria prima.

“Como o Sistema Linear de Produção depende do consumo cada vez maior de recursos não renováveis, o risco iminente é o do esgotamento da matéria-prima e a produção cada dia maior de resíduos sólidos”, defendeu Arnaldo Jardim.

“Essa mudança, contudo, precisa de um arcabouço legislativo e institucional específico. Como já fizemos com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), da qual fui relator. Uma legislação moderna, que possui instrumentos e diretrizes para promover uma revolução na forma de como lidar com os resíduos sólidos no Brasil”, continuou.

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária, prometeu levar em consideração, em seu parecer, o manifesto que lhe foi entregue por Jardim e pelas entidades presentes. “Defendemos um olhar verde na tributação”, disse o parlamentar do Cidadania.

“Temos a convicção de que discutir tributos não é só tratar de arrecadação, simplificação e repartição de impostos. É também definir os setores que a sociedade identifica que tem efeito virtuoso, é estimular comportamentos e posturas”, afirmou Jardim.

Catilo Cândido, diretor-executivo da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio), lembrou que o conceito de economia verde não é novo, pois é utilizado em vários países e está descrito na Constituição Federal do Brasil desde 1988.  “Queremos tratamento tributário diferenciado para bens e serviços que protegem o meio ambiente”, disse.

Milton Rego, da Abal (Associação Brasileira do Alumínio), afirmou que o preço é um sinal para o consumo de uma postura perante o planeta. “É preciso apostar numa visão de um planeta mais sustentável e o Brasil não pode ficar fora dessa discussão. O país deve participar de maneira importante”.

 

Veja as fotos do evento: https://flic.kr/s/aHsmHqKBGv

 

Assessoria de Comunicação

Deputado federal – Arnaldo Jardim – Cidadania/SP

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